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17 de junho de 2013

Síndrome de Burnout / Estafa Profissional


 Olá pessoas,
Bom, como fazia algum tempo que não postava (por falta de tempo, preguiça e até mesmo inspiração) resolvi voltar pra vocês, já que recebi alguns e-mails cobrando um poster novo, he he , falando nisso amei as mensagens viu gente?!
Na verdade a postagem de hoje foi baseada do TCC da minha cunhada, esses dias acompanhei todo o artigo dela e me chamou a atenção. Eu particularmente desconhecia deste distúrbio e já que tem ocorrido com tanta frequência na vida profissional das pessoas, gostaria de compartilhar com vocês...


Síndrome de Burnout é um  distúrbio psíquico de caráter depressivo, precedido de esgotamento físico e mental intenso, definido por Herbert J. Freudenberger como "(…) um estado de esgotamento físico e mental cuja causa está intimamente ligada à vida profissional"


Fonte: Wikipédia


A síndrome de Burnout (do inglês to burn out, queimar por completo), também chamada de síndrome do esgotamento profissional, foi assim denominada pelo psicanalista nova-iorquino, Freudenberger, após constatá-la em si mesmo, no início dos anos 1970.
A dedicação exagerada à atividade profissional é uma característica marcante de Burnout, mas não a única. O desejo de ser o melhor e sempre demonstrar alto grau de desempenho é outra fase importante da síndrome: o portador de Burnout mede a auto estima pela capacidade de realização e sucesso profissional. O que tem início com satisfação e prazer, termina quando esse desempenho não é reconhecido. Nesse estágio, necessidade de se afirmar, o desejo de realização profissional se transforma em obstinação e compulsão.


Sintomas, Causas e Consequências

Considerando a evolução da síndrome de burnout, que afeta de maneira significativa a relação do indivíduo em suas atividades laborais a síndrome de burnout apresenta sintomas, físicos, psíquicos, comportamentais e defensivos. Existe na literatura uma extensa lista de sintomas associados a essa síndrome. A tabela utilizada a seguir, faz parte dos estudos de Benevides-Pereira (2004), que foi mencionada por trazer uma melhor e mais completa compreensão dos sintomas da síndrome de burnout.

Sintomatologia de Burnout

FÍSICOS
COMPORTAMENTAIS
Fadiga constante e progressiva
Negligência ou excesso de escrúpulos
Distúrbios do sono
Irritabilidade
Dores musculares ou osteo-musculares
Incremento de agressividade
Cefaleias, enxaquecas
Incapacidade de relaxar
Perturbações gastrointestinais
Dificuldade na aceitação de mudanças
Imunodeficiência
Perda de iniciativa
Transtornos cardiovasculares
Aumento do consumo de substâncias
Distúrbios do sistema respiratório
Comportamento de alto-risco
Disfunções sexuais
Suicídio
Alterações menstruais nas mulheres


PSIQUICOS
DEFENSIVOS
Falta de atenção, de concentração
Tendência ao isolamento
Alterações do pensamento
Sentimento de onipotência
Lentificação do pensamento
Perda de interesse pelo trabalho (até pelo lazer)
Sentimento de alienação
Absenteísmo
Sentimento de solidão
Ironia, cinismo
Impaciência

Sentimento de insuficiência

Baixa autoestima

Labilidade emocional

Dificuldades de autoaceitação

Astenia, desânimo, disforia, depressão

Desconfiança, paranoia


Fonte: Benevides-Pereira (2004, p. 38).

 

Tratamento


De acordo com Jbeili (2008), o tratamento da síndrome de burnout, é essencialmente psicoterapêutico com psicólogo. Para os casos que o indivíduo apresenta problemas biofisiológicos, é necessário ser acompanhado da administração de medicamentos. Menciona ainda entre os métodos psicoterápicos não há uma abordagem melhor que a outra, deve-se considera a melhor adaptação individual para cada método disponível. Em relação à medicação, também deve ser levado em consideração que cada caso é específico e pode alternar entre analgésicos e complementos minerais até ansiolíticos e antidepressivos.

Quando o assunto é o tratamento em conjunto com a instituição que o indivíduo trabalha, Carlotto (2009) coloca que é importante o tratamento juntamente com a empresa em que o trabalhador atua, para que assim, possa haver a diminuição dos fatores de estresse que acarretam na doença.



Você sabia?

Projeto de lei

A esse respeito, em meados de 2009 a Câmera dos Deputados de São Paulo, aprovou o Projeto de Lei nº 15.206, de autoria do então Vereador Penna, sendo tal medida responsável pela criação da semana de conscientização sobre a síndrome de burnout. Destaque-se que ainda no referido ano, foi apresentado em Brasília, outro projeto com o mesmo escopo, qual seja, o de criar uma semana referente a tal síndrome, contudo a nível nacional. Assim, tal iniciativa tem o intuito de conscientizar a população acerca dos males que acometem muitos trabalhadores das mais diversas áreas, precavendo assim a sociedade, sobre os danos causados pela síndrome laboral.

Diante de tal exposição hoje o principal desafio é que a síndrome de burnout seja reconhecida como uma doença, pois desta forma, será possível realizar os diagnósticos necessários, a fim de se identificar a síndrome em questão ainda em seu estágio inicial, fato este que, poderá impedir que tal mau se agrave.


Neste contexto, fora realizado um estudo epidemiológico com professores segundo (Carlotto & Palazzo, 2006) apud Levy (2009), com objetivo final identificar a existência de síndrome de burnout em relação a tais profissionais. O referido estudo consistiu-se na aplicação de questionário sócio demográfico (Maslach Burnout Inventory) em relação a 217 professores de uma escola particular da região metropolitana de Rio Grande do Sul/RS. Dessa forma, apurou-se que o mau comportamento dos alunos, as expectativas geradas por seus familiares e a precária participação dos professores nas decisões institucionais, foram os fatores que acarretaram em uma associação direta com a síndrome em questão.

Nessa acepção, alguns estados já adotaram as medidas necessárias em relação aos professores que por ventura venham apresentar sinais da síndrome, tendo como exemplo a Cidade de Cuiabá, que segundo a iniciativa do Vereador Washington Barbosa (2009), líder do PRB no Legislativo da Capital de Mato Grosso, dispõe que os profissionais que ingressam na educação, devem ser avaliados por uma equipe multidisciplinar de médicos, psicólogos e assistentes sociais, os quais anualmente deveriam submeter-se a realização de tais acompanhamentos, a fim de se avaliar a saúde mental e emocional dos docentes.

Com base nas pesquisas acima citadas nos deixa claro que temos subsídios o suficiente para sabermos que a síndrome de Burnout se não tratada pode trazer sérios danos a saúde física e mental do trabalhador, sendo imprescindível a constante avaliação dos mesmos.

(Psicologado.com)
  

A Consultoria SWNS listou as áreas que mais estressam:

1) Tecnologia da Informação;

2) Medicina;

3) Engenharia;

4) Vendas e Marketing;

5) Educação;

6) Finanças;

7) Recursos Humanos;

8) Operações;

9) Produção;



Apesar da associação do distúrbio com o perfil de trabalhadores já mencionados, ele pode afetar executivo e donas de casa também. Em comum, os candidatos à Síndrome apresentam uma personalidade com maior risco para desenvolver Burnout. “Ou seja, são pessoas excessivamente críticas, muito exigentes consigo mesmas e com os outros e que têm maior dificuldade para lidar com situações difíceis”, explica à psicóloga.
A especialista também destaca algumas das características individuais que podem incentivar o estabelecimento da Síndrome: idealismo elevado, excesso de dedicação, alta motivação, perfeccionismo, rigidez. “Em geral, são indivíduos que gostam e se envolvem com o que fazem, não medindo esforços para atingir seus próprios objetivos e os da instituição em que atuam. De certa forma, é tudo o que as organizações esperam de um bom profissional”, conclui. Ou seja, os ambientes corporativos estimulam de alguma maneira, esse tipo de comportamento entre os profissionais, criando condições que podem predispor ao adoecimento e, na sequência direta, em licenças médicas e eventuais afastamentos por longos períodos. ( @curadaalma.com.br)









10 de junho de 2013

Síndrome do sapo fervido





Vários estudos biológicos provaram que um sapo colocado num recipiente com a mesma água de sua lagoa, fica estático durante todo o tempo em que aquecemos a água, até que ela ferva. 
O sapo não reage ao gradual aumento da temperatura (mudanças do ambiente) e morre quando a água ferve. Inchadinho e feliz. No entanto, outro sapo, jogado nesse mesmo recipiente já com água fervendo, salta imediatamente para fora, meio chamuscado, porém, vivo!
Existem pessoas que têm comportamento similar ao do SAPO FERVIDO. 
Não percebem as mudanças, acham que está tudo bem, que vai passar que é só dar um  tempo... e,
 muitas vezes, fazem um grande estrago em si mesmas, "morrendo" inchadinhas e felizes, sem, ao menos, ter percebido as mudanças. Outras, ao serem confrontadas com as transformações, pulam, saltam, em ações para implementar as mudanças necessárias. 
Encorajam -se diante dos desafios, buscam a melhor saída para a solução dos problemas, tomam atitudes.
Há muitos "sapos fervidos" que não percebem a constante mudança do ambiente a sua volta e se acomodam, à espera de que alguém resolva tudo por eles; esquecem-se de que mudar é preciso, principalmente se essa mudança beneficia toda uma coletividade. 
Essa teoria encaixa-se em todas as situações de nossa vida: pessoal, afetiva e profissional.
Devemos ter a consciência de que, além de sermos eficientes (fazer certo as coisas), precisamos 
ser eficazes (fazer as coisas certas), criando espaços para o diálogo, o compartilhamento, o planejamento, o espírito de equipe, delegando, sabendo ouvir, favorecendo o nosso próprio crescimento e o daqueles com quem convivemos, seja na família, no trabalho ou na comunidade em geral.
O desafio maior, nesse mundo de mudanças constantes, está na humildade de atuar de forma coletiva. Precisamos estar atentos para que não sejamos como os  Sapos Fervidos. 
Pulemos fora, antes que a água ferva. 
O mundo precisa de nós, meio chamuscados, mas vivos, abertos para mudanças e prontos para agir.

(Adaptado do texto do Projeto de Qualidade Total da Fundação Christiano Ottoni)
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“Não sinto nada mais ou menos, ou eu gosto ou não gosto. Não sei sentir em doses homeopáticas. Preciso e gosto de intensidade, mesmo que ela seja ilusória e se não for assim, prefiro que não seja. Não me apetece viver histórias medíocres, paixões não correspondidas e pessoas água com açúcar. Não sei brincar e ser café com leite. Só quero na minha vida gente que transpire adrenalina de alguma forma, que tenha coragem suficiente pra me dizer o que sente antes, durante e depois ou que invente boas estórias caso não possa vivê-las. Porque eu acho sempre muitas coisas - porque tenho uma mente fértil e delirante - e porque posso achar errado - e ter que me desculpar - e detesto pedir desculpas embora o faça sem dificuldade se me provarem que eu estraguei tudo achando o que não devia. Quero grandes histórias e estórias; quero o amor e o ódio; quero o mais, o demais ou o nada. Não me importa o que é de verdade ou o que é mentira, mas tem que me convencer, extrair o máximo do meu prazer e me fazer crêr que é para sempre quando eu digo convicto que nada é para sempre." (Gabriel García Márquez)

Definição

"Me mande mentalmente coisas boas. Estou tendo uns dias difíceis, mas nada, nada de grave. Dias escuros sem sorrisos, sem risadas de verdade. Dias tristes, vontade de fazer nada, só dormir. Dormir porque o mundo dos sonhos é melhor, porque meus desejos valem de algo, dormir porque não há tormentos enquanto sonho, e eu posso tornar tudo realidade. Quando acordo, vejo que meus sonhos não passam disso, sonhos; e é assim que cada dia começa: desejando que não tivesse começado, desejando viver no mundo dos sonhos, ou transformar meu mundo real num lugar que eu possa viver, não sobreviver."
(CFA)

Pausado

Pausado
"Tô feliz, to despreocupado, com a vida eu to de bem"

Um Pouco

"Mas como menina-teimosa que sou, ainda insisto em desentortar os caminhos. Em construir castelos sem pensar nos ventos. Em buscar verdades enquanto elas tentam fugir de mim. A manter meu buquê de sorrisos no rosto, sem perder a vontade de antes. Porque aprendi, que a vida, apesar de bruta, é meio mágica. Dá sempre pra tirar um coelho da cartola. E lá vou eu, nas minhas tentativas, às vezes meio cegas, às vezes meio burras, tentar acertar os passos. Sem me preocupar se a próxima etapa será o tombo ou o voo. Eu sei que vou. Insisto na caminhada. O que não dá é pra ficar parado. Se amanhã o que eu sonhei não for bem aquilo, eu tiro um arco-íris da cartola. E refaço. Colo. Pinto e bordo. Porque a força de dentro é maior. Maior que todo mal que existe no mundo. Maior que todos os ventos contrários. É maior porque é do bem. E nisso, sim, acredito até o fim.” (Caio Fernando Abreu)
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